terça-feira, fevereiro 24, 2009

domingo, fevereiro 15, 2009

A CASA DA FAMÍLIA GRANDE






Em Monte Paleiros, freguesia de Ribeira de Nisa, existe uma notável moradia. Trata-se de uma propriedade que já pertenceu á família Grande e destacamos nomes como Dr. José Maria Grande e Luísa Grande (Poetisa Luzia).

Á TARDE NA PENHA





CUIDADO!!!



No Convento de Santo António, temos uma fantástica vista sobre a cidade e um perigo tambem!!!

domingo, fevereiro 01, 2009

O PLÁTANO




O Plátano do Rossio é um Plátano plantado num jardim da cidade Portalegre, em Portugal, cuja sombra é muito apetecível principalmente no Verão.

Esta árvore que foi plantada em 1848, pelo botânico Dr. José Maria Grande, junto a uma linha de água, tem hoje o tronco em grande parte soterrado, em virtude dos aterros sucessivos para nivelamento do actual arruamento (Av. da Liberdade).

Está considerado de interesse público por decreto publicado em "Diário do Governo".

Do tronco que presentemente é muito curto, com 5, 26 m de P.A.P., saem inúmeras pernadas que formam uma copa larga e densa, com 27 m. de diâmetro.

É de notar que este plátano, segundo Sousa Pimentel, em 1894 tinha 3 metros de P.P.P. e a copa 24 m. de diâmetro

Plantado ao acaso conjuntamente com outras árvores, cuja sorte foi efémera, este plátano vingou e continua a desafiar o tempo, quem sabe se por mais um século ou dois. Sob a sua frondosa copa muitas coisas se têm passado através dos tempos. Desde as naturais e amenas cavaqueiras entre as pessoas, como ainda hoje acontece, passando por realização de negócios, comícios políticos, encontros amorosos, primeira "sede" do Sport Clube Estrela, "estabelecimento" para venda de melancias, entre muitos outros.

Nos tempos da política regeneradora-progressista, esta gigantesca árvore serviu para proclamar os vencedores das lutas eleitorais da época, que aqui hasteavam a sua bandeira. Mas houve um dia em que o Plátano foi condenado à "morte", chegando a serrar-se o seu tronco até ao meio. Mas o povo portalegrense, orgulhoso de tão belo "monumento" revoltou-se e não permitiu que se chegasse a concretizar o "crime".

É a mais antiga árvore classificada de interesse público portuguesa, registada a 28 de Agosto de 1938.